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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Crianças índigo: são especiais e vieram para mudar a nossa visão de mundo...


Este é um tema fascinante e que me é muito querido. Gostaria de colocar uma Luz em crianças espetaculares que chegaram para mudar definitivamente a nossa visão de mundo.

Estas crianças vão além do plano intelectual, sendo que no plano comportamental está o foco do seu brilho e também dos transtornos que elas trazem para quem tem uma forma "engessada" de pensar e de se comportar, pois exigem do ambiente que as circunda certas características, que não são comuns na sociedade atual, nas quais a autenticidade, desde há muito foi deixada de lado. Essa energia inusitada que emana destas crianças ajudar-nos-á a destituir dois paradigmas da humanidade que são o PENSAR e o AGIR.

A sua principal missão é diminuir as diferenças entre o PENSAR e o AGIR, pois frequentemente agimos de uma forma diferente da que pensamos. Ao diminuir esse distanciamento, as crianças índigo estão a criar uma sociedade mais autêntica, transparente, verdadeira e com maior confiança nos inter-relacionamentos.

Elas também ajudar-nos-ão a mudar o foco do EU para o PRÓXIMO, restabelecendo a autenticidade e confiança da humanidade, que são pré-requisitos para que possamos respeitar e considerar mais o PRÓXIMO do que a nós mesmos. O egoísmo, a inveja e as exclusões tendem a diminuir, resultando numa maior solidariedade e partilha. A transformação virá através do questionamento e da mudança de todas as entidades rígidas que as circundam, começando pela família, que deixará a imposição de regras, trocando-as por tempo de dedicação, autenticidade, informação, escolha e negociação. Elas não aceitam ser enganadas, porque elas têm uma “intuição” para perceber as verdadeiras intenções e não têm medo.


Modelo imcompatível 

Atualmente, na escola, o ensino é imposto sem muita interação e sem ouvir muito o aluno. Simplesmente esse modelo é incompatível com os índigos, sendo esse o pior conflito. Como essas crianças possuem uma estrutura mental diferente, elas resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas inusitadas de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino.

O mesmo acontecerá através do questionamento, da sua influência sobre todas as demais entidades, tais como: mercado de trabalho, cidadania, relações interpessoais, relações amorosas e instituições espirituais. Isso acontecerá, pois os índigos são essencialmente dirigidos pelo hemisfério direito que sempre traz respostas criativas e inusitadas para as soluções dos problemas.

Infelizmente, a missão dos índigos é muito difícil, até porque os seus comportamentos, à primeira vista, têm um conteúdo de rebeldia revolucionária, motivo para muita dor de cabeça dos pais e das instituições de ensino. 

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Carta de uma Criança Índigo a um Professor


Olá e obrigado por ler a minha carta.

Eu sou aquela criança que normalmente não pára quieta na carteira, e a quem está sempre a dizer para se calar. É que, às vezes, eu entendo as coisas antes do Senhor acabar de explicar a matéria e, se tem de repetir, aborreço-me. Às vezes posso ser muito mal-educado ou explosivo para chamar a atenção. Gosto de falar de temas que o senhor "acredita" não serem para a minha idade. Está sempre a dizer aos meus pais que não consigo aprender, no entanto, se alguma coisa me interessa aprendo facilmente, mas quando já tenho conhecimentos suficientes ponho de lado porque me aborreço.

Não contesto a autoridade, mas o entendimento e as explicações. Aprendo por imitação: o seu exemplo para mim é muito importante. Segundo o senhor, estou sempre a transgredir as normas e a criar outras. Sou esse gênio em "potência" que se se concentrasse em algo seria melhor...

Os meus pais levaram-me ao médico e dizem que tenho ADHD, uma coisa chamada “Deficiência de Atenção com Hiperatividade”, e isso quer dizer que não paro quieto, não posso prestar atenção durante muito tempo, distraio-me facilmente e, além disso, sou hiperativo.

O médico queria que eu tomasse Ritalin (a minha mãe recusou dizendo que as anfetaminas criam toxicodependentes). Então, ela investigou e, agora, faço coisas que direcionam a minha energia (desporto, artes marciais, Tai-chi, Yoga), e evita dar-me alimentos com açúcar ou glicose e sinto-me mais calmo.
Não gosto que me tratem como criança, talvez saiba menos de certas coisas, mas isso não significa que não saiba. Estou no meu processo.

Dê-me mais tempo para assimilar as coisas, pois aprendo de maneira diferente.

Se eu não aprendo de uma forma tradicional... porque usa sempre a mesma maneira? Quem sabe se fosse um método mais prático?

Estou sempre a perguntar... porquê? Isso não quer dizer que o estou a pôr à prova, tenho somente curiosidade. Se não souber a resposta diga-me. Não seja evasivo, guie-me para eu encontrar a resposta.
Gostaria que me incluísse quando tomasse decisões que me afetam, não sou simplesmente mais um aluno.
Gostaria que reconhecesse que sou diferente e não que me classificasse como diferente.

Não sou nem mais nem menos que o senhor. Se me explicasse para que serve o que estudamos e que para conseguir certas coisas preciso de disciplina, reagiria de maneira diferente.

Quando não me conseguir concentrar faça alguma atividade para me distrair: um jogo, música, dança... Mas não grite comigo.

Sei que muitas vezes se desespera na sala de aula pois nenhum de nós lhe presta atenção. Já se preocupou em saber o que realmente nos interessa?

Despeço-me com Amor

José Manuel

(Este texto foi escrito por José Manuel Piedrafita Moreno, Educador e Índigo Adulto)

(É livre de usar e divulgá-lo desde que não altere integral ou parcialmente, incluindo os créditos).

CRIANÇAS ÍNDIGO


A partir da década de 80, elas começaram a chegar, mais e mais. São crianças espetaculares, que chegam para ajudar a Humanidade na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e das classes sociais. Estas crianças são como catalisadores da nova consciência e vêm desencadear as reações necessárias para as transformações.

O QUE SÃO CRIANÇAS ÍNDIGO?


As crianças índigo são fruto da evolução da nossa espécie e possuem uma estrutura cerebral capaz de utilizarem, simultaneamente, as potencialidades do hemisfério direito e do hemisfério esquerdo, desenvolvendo capacidades espaciais, intuitivas, criativas e espirituais. Necessitam de um ambiente propício e harmonioso para poderem desenvolver todas as suas potencialidades.

Devido ao aumento de vibração e energia planetárias, cada vez nascem em maior número. Neste momento 90% das crianças já nascem com características Índigo, Cristal, Violeta, Arco-íris, Diamante, ou outras.

Apresentam as seguintes características: inteligentes, sensitivas, intuitivas, com tendência hiperativa, percetivas, compreendem facilmente as leis universais, são muito criativas e possuem uma memória privilegiada (por vezes falam de vidas passadas com toda a naturalidade) e são dotadas, como referem alguns autores, de uma espécie de inteligência espiritual.

Nem sempre a escola as motiva e quando o assunto não lhes interessa podem apresentar características de défice de atenção; mas se, pelo contrário, algum tema lhes desperta a atenção, entregam-se apaixonadamente e passam horas atentas e envolvidas em novas descobertas.

Vários autores referem que podem distinguir-se 4 tipos de crianças índigo: as humanistas (líderes, muitos ativos), as conceptuais (cognitivas ou intelectuais), as artistas (portadoras de grande sensibilidade e intuição) e as interdimensionais (globalmente sobredotadas mas com potencialidades espirituais invulgares).

Saiba mais em: http://www.casa-indigo.com/faq.asp

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