Mostrar mensagens com a etiqueta dor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta dor. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
O sofrimento
Aprenda o valor do sofrimento para sua evolução, e não viva como se o objetivo da vida fosse o de sofrer. A dor é ferramenta, não estrada; e o sofrimento será sempre escolha sua!
Cigana Dara, 2016-02-04
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Por vezes
''Por vezes é preciso silenciar e esperar. Falar somente com Deus, guardar as palavras dentro de nós pra que não sejam evasivas ou tolas. E acreditar que não importa a dor, não importa o vento. Tudo vai passar...''
Sirlei Passolongo.
Etiquetas:
Deus,
dor,
silêncio,
Sirlei Passolongo
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Estou cansada
Mas estou cansada, apesar de minha alegria de hoje, alegria que não se sabe de onde vem, como a da manhãzinha de verão. Estou cansada, agora agudamente!
Vamos chorar juntos, baixinho. Por ter sofrido e continuar tão docemente. A dor cansada numa lágrima simplificada. Mas agora já é desejo de poesia, isso eu confesso, Deus. Durmamos de mãos dadas. O mundo rola e em alguma parte há coisas que não conheço. Durmamos sobre Deus e o mistério, nave quieta e frágil flutuando sobre o mar, eis o sono.
Clarice Lispector in Coração Selvagem
Etiquetas:
alegria,
cansaço,
Clarice Lispector,
coração,
dor
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
A REMOÇÃO DO NÚCLEO DA DOR PROFUNDA
Por Nicky Hamid
10 de novembro de 2015
Então, o que é toda essa coisa emocional por que vocês estão passando neste ano de 2015? Eis uma opinião sobre tudo isso, e é Enorme.
Continue a ler aqui: http://portalarcoiris.ning.com/group/mensagensdosmetres/forum/topics/a-remocao-do-nucleo-da-dor-profunda
10 de novembro de 2015
Então, o que é toda essa coisa emocional por que vocês estão passando neste ano de 2015? Eis uma opinião sobre tudo isso, e é Enorme.
Continue a ler aqui: http://portalarcoiris.ning.com/group/mensagensdosmetres/forum/topics/a-remocao-do-nucleo-da-dor-profunda
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
sábado, 17 de outubro de 2015
Mudança
A mudança nunca é dolorosa.
Apenas a resistência à mudança é.
Hermann Hesse - Alemanha (1877-1962)
"O Lobo da Estepe"
Apenas a resistência à mudança é.
Hermann Hesse - Alemanha (1877-1962)
"O Lobo da Estepe"
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Fogo consome famosos passadiços de madeira sobre o rio Paiva
E agora digam que foi o calor! Não me sinto triste apenas pela destruição dos passadiços (até porque
aquilo que o homem constrói também destrói), mas porque a mãe natureza
também sofre!
Amada Mãe Terra Gaya,
Perdoa-nos por todas as vezes que esquecemos a magnitude da vossa existência,
Por todas as vezes que deixamos de a proteger, negando a tão sagrada consciência...
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4766098
Amada Mãe Terra Gaya,
Perdoa-nos por todas as vezes que esquecemos a magnitude da vossa existência,
Por todas as vezes que deixamos de a proteger, negando a tão sagrada consciência...
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4766098
sexta-feira, 11 de março de 2011
O Sofrimento e a Superação do Sofrimento
«Viver é sofrer», postula-se num velho texto budista, o Pali Tripitaka, numa tradição tipicamente oriental, a que o Ocidente, e nomeadamente as antigas civilizações mediterrâncias, não são estranhas.
A Bíblia faz eco dessas tradições, em versos às vezes de grande beleza: «Como todos, ao nascer, respirei o ar comum. Como todos, caí numa Terra de sofrimento. Como todos, a primeira coisa que fiz foi chorar».
São juízos que, obviamente, reflectem directamente a nossa condição humana, e os males continuamente à espreita. O mal é o «tigre escondido, emboscado e pronto a matar os incautos», de que falam as escrituras budistas. Escondido no saco do acaso e da vida, sob a forma de doenças, acidentes infelizes da vida, ou as ameaças da morte, está sempre o sofrimento humano.
Naturalmente, a influenciar as avalições negativas da vida, não deixa de estar também a dicotomia entre os nossos sonhos e a nossa situação real, sempre muito distante desses sonhos. Somos mortais, mas temos sonhos de imortais, disse Séneca. «Ardemos de desejo de encontrar um terreno sólido para ultimar uma fundação segura onde construir uma torre que chegue ao Infinito. Mas todas as nossas infra-estruturas rebentam, e a Terra abre-se em abismos», considerou Pascal, aludindo à mesma dicotomia.
E no entanto, há sempre o outro lado... À nossa maneira, e dentro dos limites que a realidade e o acaso nos concedem, temos também a capacidade de negar o sofrimento. Dentro de nós vive uma teimosa força instintiva, expressa em sonhos, em optimismo, em vontade de viver e de ser feliz.
«Todos somos iguais no nosso desejo de sermos felizes e de ultrapassarmos o sofrimento» (Dalai Lama). E ainda que nunca definitivamente, muitas vezes conseguimo-lo, contra a lógica dos factos e de um mundo que segrega sofrimento e crueldade.
Para o conseguirem, os antigos filósofos gregos e romanos apostaram em filosofias de vida - que passavam pela amizade e por uma via de prazeres comedidos, no caso dos epicuristas, ou por atitudes perante a vida, recusando alimentar desejos materiais insensatos, e medos, ou criando em nós o convencimento de que vale a pena viver, no caso dos estóicos.
Cícero, um dos grandes expoentes do estoicismo antigo, expressa bem essa filosofia de vida, quando afirma: «É feliz o sábio que com moderação e firmeza está tranquilo e em harmonia consigo mesmo, não se consumindo com os males, futilidades e entusiasmos, nem se enervando por medo, nem ardendo de desejos e de cobiça.»
Mas há obviamente outras vias de negar o sofrimento, ou de o minimizar. A fé, por exemplo… A crença em Deus tem sido um bálsamo e uma fonte de conforto humano. «Alegrarmo-nos de Ti, em Ti e por Ti: isso é a felicidade. E não há outra», considerou Santo Agostinho, referindo-se a Deus.
Também a arte, tem sido para muitos seres humanos, uma fonte de beleza e de fuga a um mundo cruel «O papel da arte é tornar o nosso mundo habitável», proclamou William Saroyan. A arte é um bálsamo, num mundo sem alma, de outra forma insuportável, considerou Schopenhauer.
E há também, obviamente, a amizade («A amizade redobra as alegrias e corta os males em metades», diz Francis Bacon), e o amor («Apenas a alma que ama é feliz», diz Goethe).
São algumas das vias – talvez as mais importantes - de se chegar ao que pode ser a maior das nossas vitórias – a vitória, ainda que transitória e nunca definitiva sobre o sofrimento e a crueldade do mundo.
A Bíblia faz eco dessas tradições, em versos às vezes de grande beleza: «Como todos, ao nascer, respirei o ar comum. Como todos, caí numa Terra de sofrimento. Como todos, a primeira coisa que fiz foi chorar».
São juízos que, obviamente, reflectem directamente a nossa condição humana, e os males continuamente à espreita. O mal é o «tigre escondido, emboscado e pronto a matar os incautos», de que falam as escrituras budistas. Escondido no saco do acaso e da vida, sob a forma de doenças, acidentes infelizes da vida, ou as ameaças da morte, está sempre o sofrimento humano.
Naturalmente, a influenciar as avalições negativas da vida, não deixa de estar também a dicotomia entre os nossos sonhos e a nossa situação real, sempre muito distante desses sonhos. Somos mortais, mas temos sonhos de imortais, disse Séneca. «Ardemos de desejo de encontrar um terreno sólido para ultimar uma fundação segura onde construir uma torre que chegue ao Infinito. Mas todas as nossas infra-estruturas rebentam, e a Terra abre-se em abismos», considerou Pascal, aludindo à mesma dicotomia.
E no entanto, há sempre o outro lado... À nossa maneira, e dentro dos limites que a realidade e o acaso nos concedem, temos também a capacidade de negar o sofrimento. Dentro de nós vive uma teimosa força instintiva, expressa em sonhos, em optimismo, em vontade de viver e de ser feliz.
«Todos somos iguais no nosso desejo de sermos felizes e de ultrapassarmos o sofrimento» (Dalai Lama). E ainda que nunca definitivamente, muitas vezes conseguimo-lo, contra a lógica dos factos e de um mundo que segrega sofrimento e crueldade.
Para o conseguirem, os antigos filósofos gregos e romanos apostaram em filosofias de vida - que passavam pela amizade e por uma via de prazeres comedidos, no caso dos epicuristas, ou por atitudes perante a vida, recusando alimentar desejos materiais insensatos, e medos, ou criando em nós o convencimento de que vale a pena viver, no caso dos estóicos.
Cícero, um dos grandes expoentes do estoicismo antigo, expressa bem essa filosofia de vida, quando afirma: «É feliz o sábio que com moderação e firmeza está tranquilo e em harmonia consigo mesmo, não se consumindo com os males, futilidades e entusiasmos, nem se enervando por medo, nem ardendo de desejos e de cobiça.»
Mas há obviamente outras vias de negar o sofrimento, ou de o minimizar. A fé, por exemplo… A crença em Deus tem sido um bálsamo e uma fonte de conforto humano. «Alegrarmo-nos de Ti, em Ti e por Ti: isso é a felicidade. E não há outra», considerou Santo Agostinho, referindo-se a Deus.
Também a arte, tem sido para muitos seres humanos, uma fonte de beleza e de fuga a um mundo cruel «O papel da arte é tornar o nosso mundo habitável», proclamou William Saroyan. A arte é um bálsamo, num mundo sem alma, de outra forma insuportável, considerou Schopenhauer.
E há também, obviamente, a amizade («A amizade redobra as alegrias e corta os males em metades», diz Francis Bacon), e o amor («Apenas a alma que ama é feliz», diz Goethe).
São algumas das vias – talvez as mais importantes - de se chegar ao que pode ser a maior das nossas vitórias – a vitória, ainda que transitória e nunca definitiva sobre o sofrimento e a crueldade do mundo.
Etiquetas:
dor,
pensamento,
sofrimento,
vida
Subscrever:
Mensagens (Atom)







