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sexta-feira, 8 de abril de 2016
Alegria
''E que tenhamos vindo ao mundo para espalhar alegria! Com alma de passarinho, música leve, existência de criança, eterna, onde quer que formos...''
Gi Stadnicki
domingo, 22 de novembro de 2015
“Coisas de criança” que nos fazem sorrir
Quando eu crescer, quero voltar a ser criança. Quero recuperar a inocência, a espontaneidade e a naturalidade desta fase. Quero que os meus comentários voltem a tirar sorrisos dos adultos e que tenham a capacidade de transformar um mau dia em momentos inesquecíveis.
Continue a ler o artigo aqui: http://amenteemaravilhosa.com/coisas-crianca-nos-fazem-sorrir/
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Etiquetas:
Criança,
infância,
mente,
sorriso,
transformação
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Crianças índigo: são especiais e vieram para mudar a nossa visão de mundo...
Este é um tema fascinante e que me é muito querido. Gostaria de colocar uma Luz em crianças espetaculares que chegaram para mudar definitivamente a nossa visão de mundo.
Estas crianças vão além do plano intelectual, sendo que no plano comportamental está o foco do seu brilho e também dos transtornos que elas trazem para quem tem uma forma "engessada" de pensar e de se comportar, pois exigem do ambiente que as circunda certas características, que não são comuns na sociedade atual, nas quais a autenticidade, desde há muito foi deixada de lado. Essa energia inusitada que emana destas crianças ajudar-nos-á a destituir dois paradigmas da humanidade que são o PENSAR e o AGIR.
A sua principal missão é diminuir as diferenças entre o PENSAR e o AGIR, pois frequentemente agimos de uma forma diferente da que pensamos. Ao diminuir esse distanciamento, as crianças índigo estão a criar uma sociedade mais autêntica, transparente, verdadeira e com maior confiança nos inter-relacionamentos.
Elas também ajudar-nos-ão a mudar o foco do EU para o PRÓXIMO, restabelecendo a autenticidade e confiança da humanidade, que são pré-requisitos para que possamos respeitar e considerar mais o PRÓXIMO do que a nós mesmos. O egoísmo, a inveja e as exclusões tendem a diminuir, resultando numa maior solidariedade e partilha. A transformação virá através do questionamento e da mudança de todas as entidades rígidas que as circundam, começando pela família, que deixará a imposição de regras, trocando-as por tempo de dedicação, autenticidade, informação, escolha e negociação. Elas não aceitam ser enganadas, porque elas têm uma “intuição” para perceber as verdadeiras intenções e não têm medo.
Modelo imcompatível
Atualmente, na escola, o ensino é imposto sem muita interação e sem ouvir muito o aluno. Simplesmente esse modelo é incompatível com os índigos, sendo esse o pior conflito. Como essas crianças possuem uma estrutura mental diferente, elas resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas inusitadas de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino.
O mesmo acontecerá através do questionamento, da sua influência sobre todas as demais entidades, tais como: mercado de trabalho, cidadania, relações interpessoais, relações amorosas e instituições espirituais. Isso acontecerá, pois os índigos são essencialmente dirigidos pelo hemisfério direito que sempre traz respostas criativas e inusitadas para as soluções dos problemas.
Infelizmente, a missão dos índigos é muito difícil, até porque os seus comportamentos, à primeira vista, têm um conteúdo de rebeldia revolucionária, motivo para muita dor de cabeça dos pais e das instituições de ensino.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
sábado, 27 de novembro de 2010
Campanha contra a violência infantil
Como eu gostaria que tantos pais tivessem isto em consideração!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Em Louvor das Crianças
"Se há na terra um reino que nos seja familiar e ao mesmo tempo estranho, fechado nos seus limites e simultaneamente sem fronteiras, esse reino é o da infância. A esse país inocente, donde se é expulso sempre demasiado cedo, apenas se regressa em momentos privilegiados — a tais regressos se chama, às vezes, poesia. Essa espécie de terra mítica é habitada por seres de uma tão grande formosura que os anjos tiveram neles o seu modelo, e foi às crianças, como todos sabem pelos evangelhos, que foi prometido o Paraíso.
A sedução das crianças provém, antes de mais, da sua proximidade com os animais — a sua relação com o mundo não é a da utilidade, mas a do prazer. Elas não conhecem ainda os dois grandes inimigos da alma, que são, como disse Saint-Exupéry, o dinheiro e a vaidade. Estas frágeis criaturas, as únicas desde a origem destinadas à imortalidade, são também as mais vulneráveis — elas têm o peito aberto às maravilhas do mundo, mas estão sem defesa para a bestialidade humana que, apesar de tanta tecnologia de ponta, não diminui nem se extingue.
O sofrimento de uma criança é de uma ordem tão monstruosa que, frequentemente, é usado como argumento para a negação da bondade divina. Não, não há salvação para quem faça sofrer uma criança, que isto se grave indelevelmente nos vossos espíritos. O simples facto de consentirmos que milhões e milhões de crianças padeçam fome, e reguem com as suas lágrimas a terra onde terão ainda de lutar um dia pela justiça e pela liberdade, prova bem que não somos filhos de Deus. "
Eugénio de Andrade, in 'Rosto Precário'
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