Para Refletir

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Paciência e Constância


As coisas não são tão fáceis de conseguir e apresentam inevitavelmente dificuldades que só a paciência pode vencer.
Saber esperar é uma virtude perante as dificuldades que se nos apresentam; é uma conquista do ser humano ao mesmo tempo que a impaciência não acelera o ritmo normal das coisas. A paciência não é a virtude feminina, mas essencial dos agricultores: lançam a semente à terra, têm de esperar que germine, cresça, dê flor e frutos maduros. Sabem que o melhor que têm a fazer é não fazer nada e estar disponíveis para o que o futuro lhes apresente.

A paciência que enfrenta a dificuldade inevitável ou inesperada torna-se constância quando a dificuldade se prolonga. Lembrei-me agora da história do menino que semeou um feijão num copo de vidro e no dia seguinte de manhã ao olhar para o copo deitou tudo fora dizendo com enfado – afinal o feijão não deu o feijoeiro que eu esperava...

A constância perante uma dificuldade não é resistência à mudança, é firmeza flexível. Não é pois uma inércia ineficaz, mas uma ajuda progressiva e dinâmica.

Paciência é a virtude que nos leva a saber sofrer: suportar as tristezas e contrariedades da vida, principalmente no nosso relacionamento com o próximo.

A paciência é mesmo uma virtude: é a capacidade de aceitarmos que nem tudo pode ser da forma como desejamos ou gostaríamos que acontecesse; é a capacidade de suportarmos determinadas situações ruins esperando o melhor depois. É também a capacidade de entender que todas as pessoas são diferentes entre si e que nem sempre elas nos entendem, desejam ou agem da forma como queríamos que elas agissem!

Para viver e conviver em sociedade é preciso mesmo ter paciência: afinal, cada pessoa está preocupada em satisfazer as suas próprias vontades, os seus desejos e nem sempre o que uma pessoa deseja é o que a outra deseja e vice-versa. Além disso, é preciso ter a paciência de esperar que as coisas aconteçam da forma como devem acontecer, que nem sempre o tempo que desejamos e esperamos é o tempo de algo acontecer. Como está escrito na Bíblia, tudo tem o seu tempo: tempo de plantar, tempo de colher... precisamos saber esperar este tempo passar!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Não Deixe Passar o Amor!


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.
Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.

Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A ILHA DOS SENTIMENTOS


Era uma vez uma Ilha onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Vaidade, a Sabedoria o Amor e outros...Um dia avisaram aos moradores da Ilha que ela seria inundada! Apavorado, o Amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem. Ele disse: fujam!!! A Ilha vai se inundada! Todos correram e pegaram os barquinhos para irem até um morro bem alto. Só o amor não se apressou...amava a Ilha e queria ficar um pouco mais... Quando já estava se afogando, correu pra pedir ajuda...Vinha vindo a riqueza e ele disse: Riqueza me leva com você? – Não posso, meu barco está cheio de prata e ouro...você não cabe aqui...Passou a Vaidade e o Amor pediu: Vaidade, me leva com você? – Não posso, você vai sujar meu barco novo...Daí, passou a Tristeza e mais uma vez o Amor pediu: Me leva com você? – Ah! Amor! Eu estou tão triste que prefiro ir sozinha...Passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem viu o Amor...! Já desesperado e achando que iria ficar só, o amor começou a chorar... Daí, passou um velhinho e, olhando, falou: Sobe Amor...eu te levo! O Amor ficou tão feliz que esqueceu de perguntar o nome do velhinho!!!Por fim, chegando no morro alto, o amor encontrou a Sabedoria e perguntou-lhe: Quem era aquele velhinho que me trouxe até aqui? – O Tempo! Respondeu a Sabedoria.-O Tempo? Mas por que só o tempo me trouxe até aqui? A Sabedoria respondeu: Só o Tempo é capaz de reconhecer um grande Amor...!

Terri Clark - She Didn't Have Time



Aqui fica o meu tributo a todas as MULHERES sós, e que todos os dias lutam para prover o sustento dos seus filhos... e que vingam neste mundo! Uma das poucas canções que mexe comigo, de certa forma porque me revejo nesta situação!